Nome pitangueira

Encilhei o meu mouro para fazer uma tropeada,
tenho que buscar uma ponta de gado comprada pra lá dos Porongos.
O tempo estava feio, com chuva guasqueada,
mas este peão não fraquejeia, pois corre nas veias o sangue de seus antepassados.
Pitangueira da beira da estrada, tu tens o sustento de quem anda longe de casa.
Na volta o mouro vem peitando a boiada, pois tem pressa de chegar.
Nestes caminhos solitários, de terra, barro e poeira.
Sól que me aquieta a alma, é minha amada me esperando na porteira.

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