27
abr
Postado por admin on abril 27th, 2012

Agora no mês de maio vai acontecer o II Fórum Internacional da Temática Indígena, constitui-se em evento acadêmico inaugural do Mestrado em Antropologia (PPGA) da Universidade Federal de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil.
O evento ocorrerá entre os dias 14 e 16 de Maio e teremos a participação de representantes e grupos de ameríndios atuando nos diversos espaços sociais do evento, promovendo a cultura ameríndia, os contatos interétnicos e todas as suas riquezas.
Mais informaçoes visite: www.foruminternacionaldatematicaindigena.antropologiaufpel.com.br
19
abr
Postado por admin on abril 19th, 2012
A II Mostra de Filmes Etnográficos: Olhar, Escutar e Sentir a Sabedoria Ameríndia se insere no rol de atividades do II Fórum Internacional da Temática Indígena, que contará com a participação efetiva de docentes e discentes do Núcleo de Etnologia Ameríndia (NETA), vinculado ao Bacharelado em Antropologia do Instituto de Ciências Humanas da UFPel. Visa propiciar a participação de um público mais amplo na discussão de algumas temáticas, promovendo, desta maneira, uma sensibilização em relação às culturas e aos direitos dos povos indígenas no Brasil.
Esta atividade, como um projeto em parceria NETA – LEPPAIS busca discutir a produção de filmes no contexto da etnografia ameríndia, para construir uma forma de pensar criticamente as imagens produzidas e veiculadas na mídia sobre as culturas indígenas.
Esta edição da Mostra de Filmes etnográficos desenvolverá discussões teóricas e metodológicas ligadas às áreas de Etnologia Ameríndia, Arqueologia, História, Educação e Ecologia dos coletivos ameríndios Mbyá Guarani, Kaingang, Tariano e Tukano. A partir dos filmes selecionados, serão debatidos temas significativos ligados a estes coletivos ameríndios, tais como: alteridade, relações interétnicas, educação indígena, mitologia, ritual, cosmologia, cultura material e patrimônio cultural.
Programa:
1o. Dia – 14/05/2012 (segunda-feira) – das 12h às 14h
Abertura: Profa. Dra. Cláudia Turra Magni – LEPPAIS e Profa. Dra Lori Altmann – NETA
Tema: Interculturalidade e educação
Etnia: Mbyá Guarani
Debatedora: Profa. Dra. Maria Aparecida Bergamaschi – Educação/UFRGS.
Filme: “Mokoi Tekoá Petei Jeguatá – Duas aldeias, uma caminhada”.
Direção: Beñites, Germano; Ortega, Ariel e Morinico, Jorge.
Duração: 65 min
2o. Dia (terça-feira) – 15/05/2012 – das 12h às 14h
Temática: Cosmologia e ritual
Etnia: Kaingang
Debatedor: Prof. Dr. José Otávio Catafesto de Souza – Antropologia e Arqueologia/UFRGS
Filme: Ritual do Kiki.
Diretor: ROSA, Rogério Reus Gonçalves da; Diehl, Eliana; Almeida, Ledson Kurtz de; Oliveira, Maria Conceição de.
Duração: 31 min
Ano: 1995
3o. Dia (quarta-feira) – 16/05/2012 – das 12h às 14h
Temática: Patrimônio e cultura material
Debatedora: Profa. Dra. Loredana Marise Ricardo Ribeiro – Arqueologia/UFPel.
Filme: “A Cachoeira Sagrada de Iauaretê (ou cachoeira das onças)”. Lugar sagrado dos Povos Indígenas dos rios Uaupés e Papuri (AM).
Etnia: Tariano e Tukano.
Direção: Vincent Careli
Realização: Vídeo nas Aldeias, IPHAN e Ministério da Cultura. “Bens Culturais Registrados” – vol. 2, Registrada como patrimônio cultural do Brasil em 10/08/2006. Inscrito no Livro de Registro dos Lugares.
Duração: 12 min. e 10 seg.
Ano: 2006.
Coordenadora: Prof. Dra. Lori Altmann
Docentes Colaboradores/as: Prof. Dr. Martin Cesar Tempass; Profa. Dra. Loredana Marise Ricardo Ribeiro; Profa. Dra. Claudia Turra Magni; Profa. Dra. Maria Aparecida Bergamaschi; Prof. Dr. José Otávio Catafesto de Souza; Prof. Ms. Rojane Brum Nunes.
Discentes colaboradores: Maria Heloisa Martins da Rosa; Alessandro Barbosa Lopes; Thais Mendes Pedrotti: Suéllen de Medeiros Cortes; Roberta Xavier Gonçalves.
Vagas limitadas!
Reserva de vaga através do e-mail: Mostra de Filmes Etnográficos mostraetnografica@hotmail.com, com Thais Mendes Pedrotti
13
abr
Postado por admin on abril 13th, 2012
De 14 a 16 de maio acontecerá o II Fórum Internacional da Temática Indígena, o evento ocorrerá na cidade de Pelotas, localizada ao Sul do Rio Grande do Sul, Brasil. O II Fórum constitui-se em evento acadêmico, inaugural do Mestrado em Antropologia (PPGA) da Universidade Federal de Pelotas.
Mais informações acesse o site do evento:
http://www.foruminternacionaldatematicaindigena.antropologiaufpel.com.br
11
abr
Postado por admin on abril 11th, 2012

O Núclo de Ensino AfroAmericanos(NEAAM) apresenta o I Ciclo de Cinema Sobre o Continente Africano.
O evento se propõe à exibição quinzenal, durante o primeiro semestre de 2012, de filmes e documentários que têm por tema a história e cultura africanas, e que são produzidos por diretores africanos. As exibições serão seguidas de debates provocados por comentaristas previamente convidados.
As exibições acontecerão no Auditório da Faculdade de Direito, as 14horas.
As inscrições devem ser feitas atráves do e-mail: nucleoestudosafro@gmail.com
Programação:
4/04/2012 Angano… Angano… Contos de Madagascar – César Paes
Sinopse: Angano… Angano… Contos de Madagascar (”Angano”
significa “história”) mostra a cultura viva do povo malgaxe (de
Madagascar), que resistiu, desde a independência formal em 1960, a um
regime neocolonialista, um governo autárquico de esquerda e dificuldades
econômicas que se mesclam com depredação ecológica. As histórias são
contadas através das vozes de diversos narradores, homens e mulheres.
Duração: 63 minutos
28/04/2012
A Batalha de Argel – Gillo Pontecorvo
Sinopse: A luta da Argélia para se tornar independente da França é
narrada pela trajetória de Ali, líder da Frente Algeriana de Libertação
Nacional (FLN), desde o momento em que ele se une à organização, quando
ainda era um pequeno ladrão, até sua captura, juntamente com os últimos
líderes do movimento, e por fim a execução de todos pelo governo francês.
Construído com um suspense crescente, o filme conta em paralelo a guerra
dos rebeldes, fundada em métodos não convencionais, e as medidas cada
vez mais extremas tomadas pela França. Banido por muitos anos na França
e proibido no Brasil na época da ditadura militar.
Duração: 177 minutos
12/05/2012
Jom, ou a História de um Povo – Ababacar Samb-Makharam.
Sinopse: Uma greve de operários estoura numa fábrica. Dois grupos
envolvidos na revolta divergem quanto ao rumo político a ser tomado. A
partir deste enredo, o filme apresenta a história de personagens que
resistiram a diversos gêneros de opressão, entre eles, um líder africano
que se recusou a obedecer aos primeiros colonizadores.
Duração: 73 minutos
26/05/2012
Xala- Ousmane Sembène
Sinopse: É a aurora da independência de Senegal, mas os cidadãos
que celebram nas ruas logo descobrem que pouco mais do que os rostos no
poder mudaram. Dinheiro dos brancos ainda controla o governo. Um
oficial, Aboucader Beye, conhecido como “El Hadji”, se aproveita desse
dinheiro para se casar com uma terceira esposa, para tristeza de suas duas
primeiras esposas e ressentimento de sua filha nacionalista. Mas ele
descobre em sua noite de núpcias que foi afetado pela xala, um feitiço de
impotência. El Hadji passa por situações cômicas para encontrar a causa e
remover a xala, resultando em um final satírico mordaz.
Duração: 123 minutos.
16/06/2012
Drum – Gritos de revolta – Zola Maseko
Sinopse: Drum é um filme sobre a vida de Henry Nxumalo,
jornalista de investigação famoso nos anos 50 em Sophiatown, bairro
símbolo da resistência cultural em Johanesburgo. Ele trabalha em uma
revista negra da moda, Drum, verdadeira arma de mídia na época. Durante
esta época, toda uma geração de autores, críticos, músicos e jornalistas
exigentes sul-africanos surgiu e se expressou nessa resistência. Henry
Nxumalo arriscou a vida denunciando as condições de tratamento dos
negros que viveram e trabalharam durante os anos de segregação, apesar
do assédio constante por parte das autoridades.
Duração:94 minutos
23/06/2012
Contrato –Guenny Pires
Sinopse: O filme explora aspectos pouco conhecidos, e quase
sempre desprezados pelas escolas e pela mídia, da história e da cultura da
diáspora africana. Rodado em Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Portugal e
Estados Unidos, Contrato aborda a ligação profunda de dois países
africanos (Cabo Verde e São Tomé e Príncipe) com uma história comum de
pobreza e de escravidão, e de duas pessoas unidas para sempre pelos laços
inquebrantáveis de família e amor.
Duração:77 minutos
Enviado por:
Rosane A. Rubert
Profa. Departamento de Antropologia e Arqueologia
Instituto de Ciências Humanas – UFPel
10
abr
Postado por admin on abril 10th, 2012

Aqui estão dez dicas que permitem a realização de uma horta boa, limpa e justa em qualquer lugar do mundo. São regras simples, elaboradas graças à experiência e à competência de quem trabalha no campo. Esse texto foi preparado a partir da experiência do projeto Mil hortas na África, desenvolvido pela Fundação Slow Food para Biodiversidade.
1. Crie a equipe ideal
A primeira coisa a fazer para criar uma horta comunitária que funcione é envolver a comunidade, aproveitando a capacidade de cada um. A comunidade é uma reserva inesgotável de saberes e habilidades.
Os idosos, com frequência, possuem saberes preciosos sobre alimentos tradicionais, sabem como combater insetos nocivos com métodos naturais e assim por diante. Em uma das hortas da Guiné-Bissau, por exemplo, um idoso mostrou aos coordenadores do projeto uma planta autóctone que protege a horta das formigas. Nenhum dos jovens, nem os especialistas, conhecia este remédio.
Os agricultores sabem como cultivar e trabalhar melhor no próprio clima e na própria terra. Os professores podem contribuir na elaboração de atividades educativas complementares. A mídia local pode contar a história do projeto. Os agrônomos podem dar explicações científicas e assistência técnica. Os jovens têm a energia e o espírito de iniciativa para agir.
2. Observe antes de fazer
Aprenda com a história e com outras experiências positivas. Visite outras hortas escolares e comunitárias vizinhas para aprender com o sucesso e os erros dos outros. Observe atentamente o seu território para conhecer as variedade locais, selvagens e cultivadas. Colabore com programas e organizações que trabalham com projetos alimentares sustentáveis.
3. Escolha um terreno disponível
Não precisa ser necessariamente uma área muito grande. No Senegal, a Mbao High School realizou uma horta num terreno ao redor do perímetro da escola, criando um longo canteiro em forma de L. Observe o espaço com olhar criativo e escolha um terreno que possa ser cultivado (Um telhado? Uma ruela?) ou recorra às instituições das comunidades: talvez possam ter terrenos disponíveis.
4. Projete a horta
Antes de sujar as mãos, desenvolva um projeto que defina áreas destinadas a canteiros, composto, caminhos, local para guardar ferramentas etc. A contribuição de agricultores e agrônomos da equipe será preciosa nesta fase, pois sabem onde determinadas espécies crescem melhor e que plantas devem ser cultivadas juntas.
5. Escolha variedades tradicionais
Prefira as variedades tradicionais da sua região, mais adaptadas ao clima e ao solo, as quais se adaptaram ao longo de séculos graças à seleção feita pelo homem. As variedades tradicionais preservam a biodiversidade, são mais resistentes, precisam de menos fertilizantes e pesticidas e são, portanto, mais sustentáveis do ponto de vista ambiental e econômico. Se não souber como encontrá-las (às vezes não são mais cultivadas pelos agricultores locais), procure sociedades de horticultura e grupos de conservação de sementes.
6. Procure as sementes
Se os viveiros locais não tiverem variedades autóctones ou tradicionais, as sementes podem ser encontradas em muitos lugares: bancos de sementes, agricultores, institutos de pesquisa. Um dos principais objetivos da horta é produzir de forma autônoma as próprias sementes, alcançando, pouco a pouco, a autossuficiência. As sementes podem ser produzidas também para as hortas vizinhas; podem ser trocadas na comunidade ou com comunidades vizinhas. Em Uganda, por exemplo, a escola maternal Buiga Sun Rise começou a produzir sementes há alguns anos, mas produz sempre mais do que precisam para a safra seguinte. A solução? Doar as sementes em excesso para as escolas vizinhas, que retornam o favor na safra seguinte, sob forma de sementes diversas.
7. Procure as ferramentas
Faça uma lista de ferramentas essenciais para começar o trabalho e dos objetos que gostaria de comprar no futuro. Desta forma, a coleta de fundos necessários para a horta pode ser executada em diversas fases. Peça contribuições às empresas locais. Use aquilo que já tem; peça a membros da comunidade que vejam entre as suas ferramentas o que pode ser usado. Na República Democrática do Congo, por exemplo, quando necessário, os agricultores de Kinshasa trazem de casa rastelos, enxadas, pás ou regadores, e todos contribuem com dinheiro para comprar o que faltar.
8. Use métodos sustentáveis
As substâncias naturais para melhorar a fertilidade do solo e combater insetos nocivos e doenças são eficazes se parte de um sistema integrado, que inclua também a rotação de culturas (evitando o cultivo da mesma espécie, na mesma estação em anos consecutivos: por exemplo, tomates seguidos de tomates) e cultivos consorciados (plantas que se ajudam mutuamente).
9. Transforme a horta em aula ao ar livre
As hortas são uma ótima oportunidade para ensinar a adultos e crianças sobre as variedades vegetais autóctones, os métodos de cultivo ecológicos, a importância de uma dieta variada. Graças a seu caráter interdisciplinar, permitem o estudo dos mais variados assuntos: história, através de tradições culturais e culturas; geografia, partindo da origem dos produtos; matemática e geometria, no planejamento da horta e no cálculo do valor estimado de seus produtos. Os alunos de uma horta na África do Sul, por exemplo, estudaram o ciclo de vida das borboletas na sala de aula e depois foram para o campo para observar larvas e casulos. As hortas oferecem às crianças a oportunidade de estudar assuntos como tradição alimentar e nutrição correta que, de outra forma, não são abordados em aula.
10. Divirta-se!
Segundo a filosofia do Slow Food, a responsabilidade deve andar de braços dados com o prazer. O que seria de uma horta boa, limpa e justa sem uma boa dose de diversão? As hortas podem fortalecer a comunidade, ajudam os membros a se sentirem parte dela, aproximando gerações e grupos sociais diversos, criando momentos de convívio, solidariedade e amizade.
Em Uganda, por exemplo, o convivium de Mukono organiza todos os anos a festa da fruta e do suco: moradores preparam sucos frescos e comem frutas colhidas nas hortas da escola, festejando com pais, professores e líderes locais.
>> Para uma orientação mais detalhada para a criação de uma horta, consulte o Manual das Mil Hortas na África
>> O ambicioso projeto de criar 1000 hortas na África já passa da metade de seu objetivo (já são 567 hortas e o número continua crescendo!). O que é que você está esperando? Siga os nossos amigos do projeto – da Tunísia à África do Sul – arregace as mangas e comece a semear!
>> Para apoiar o projeto Mil Hortas na África ou para adotar uma horta, visite:
www.slowfoodfoundation.org
Fonte: www.slowfoodbrasil.com
9
abr
Postado por admin on abril 9th, 2012

O Programa “UFRA na Reforma Agrária” tem por objetivo conferir visibilidade institucional, continuidade e coordenação às múltiplas ações da UFRA, no ensino, na pesquisa e na extensão, realizadas em áreas de assentamento de reforma agrária, ou relacionadas ao tema de outra forma.
A institucionalização do Programa fortalece a parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), favorecendo a articulação das iniciativas da UFRA com os direcionamentos estratégicos e prioridades definidas pelo órgão.
OBJETIVOS DO EVENTO
- Destacar a proeminência da questão agrária e dos problemas fundiários na Amazônia contemporânea, sob os aspectos sociais, econômicos, políticos e ambientais.
- Promover o encontro e o diálogo entre especialistas e representantes dos diversos segmentos atuantes na questão agrária e fundiária no Brasil e no Pará.
- Expor as diversas ações da UFRA em áreas de assentamento de reforma agrária, buscando integrá-las em torno de um mesmo Programa, de caráter institucional, fundamentado nos referenciais metodológicos do programa de assessoria técnica, social e ambiental do INCRA.
- Celebrar novo Termo de Cooperação Técnica entre a UFRA e o INCRA, visando apoiar e orientar as ações da UFRA em assentamentos selecionados pelo INCRA.
INFORMAÇÕES AOS AUTORES E APRESENTADORES
Os resultados do I Encontro do Programa UFRA na Reforma Agrária serão registrados na forma de um livro, publicado posteriormente ao Evento. A publicação dos conteúdos apresentados é facultada aos apresentadores. Os apresentadores que desejarem ter suas contribuições incluídas no livro deverão encaminhar os artigos para Cyntia Meireles [ cyntia.meireles@ufra.edu.br ] ou Vania Neu [ vania.neu@ufra.edu.br ], até o dia 05 de maio, impreterivelmente. Acesse aqui as normas para publicação de artigos completos. No caso de textos não originais, será preciso comprovar a anuência do detentor dos direitos autorais, para a reimpressão do texto.
INFORMAÇÕES ESPECIAIS
Alimentação: A UFRA oferecerá almoço, no Restaurante Universitário, para até 50 participantes, beneficiários da reforma agrária.
Alojamento: A UFRA oferecerá alojamento no Ginásio de Esportes, para pernoite entre os dias 12 e 13 de abril. O espaço inclui vestiário e sanitários. Os visitantes deverão trazer colchonetes e roupa de cama.
Transporte: A UFRA proverá transporte em micro-ônibus (30 lugares) saindo de Santa Bárbara (PA “Abril Vermelho”) às 07h00min, do dia 12/04, e retornando após o almoço do dia 13/04.
Acesso ao evento e às facilidades: O acesso ao evento e às instalações da UFRA requer preenchimento da Ficha de Inscrição, disponível neste site. Aqueles que não puderem preencher a ficha “on-line”, deverão fazê-lo diretamente na Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), localizada no Prédio Central.
Para mais informações ou acessar a PROGRAMAÇÃO e a FICHA INSCRIÇÃO:
www.portal.ufra.edu.br/index.php/Ultimas-Noticias/ufra-na-reforma-agraria.html
3
abr
Postado por admin on abril 3rd, 2012

Uma rede de conhecimento, atualizações e oportunidades
19 a 21 de junho de 2012 – Santos-SP
www.simcope.com.br
O encontro desse ano acontecerá em Santos-SP, no período de 19 a 21 de junho de 2012.
A quinta edição do SIMCOPE abordará aspectos relacionados à disponibilidade, acesso e inocuidade do pescado bem como seu aproveitamento integral.
Durante os três dias de evento estão previstas palestras e discussões relacionadas a três Eixos Temáticos:
- Inovação Tecnológica;
- Segurança Alimentar;
- Políticas Públicas.
Confirmando a sua vocação para fomentar debates profundos e amplos, durante o V SIMCOPE ocorrerão eventos paralelos, tais como:
“IV Encontro de Tecnólogos de Pescado” voltado aos profissionais das diversas áreas envolvidas em ciência e tecnologia do pescado, este evento subsidiará discussões visando dar continuidade a busca de ferramentas que organizem este segmento;
“II Workshop Empresarial” – atenderá a demanda de informações referentes à pacotes tecnológicos para industria, abordando aspectos da produção, segurança alimentar, viabilidade econômica e linhas de financiamento para investimento em pesquisa.
“I Encontro da Pesquisa, Inspeção, Vigilantes Sanitários e Extensão” nesta primeira edição o encontro buscará discutir com os principais atores, a padronização de procedimentos na utilização do pescado na alimentação escolar, abordando aspectos sanitários, segurança de consumo e logísticos.
“I Encontro da Rede QUALIPESCADO” – A Rede Qualipescado faz parte de um projeto do Instituto de Pesca iniciado em 2009 com algumas instituições de pesquisa que atuam na área de qualidade do pescado. Tem como objetivos, estudar a validação de métodos analíticos tradicionalmente utilizados no controle da qualidade do pescado, bem como a uniformização das metodologias utilizadas comumente na pesquisa.
Minicursos:
Mini-curso A: Procedimentos para a detecção de parasitas zoonóticos do pescado.
Mini-curso B: Treinamento em Quality Index Method – QIM
Mini-curso C: Curtimento de pele de pescado.
“Oficina Gastronômica”- apresentação de pratos elaborados com carne mecanicamente separada – CMS de pescado, em Concurso Gastronômico da UNISANTOS.
A Comissão Organizadora, se sentirá muito honrada com sua participação e contribuição ao V SIMCOPE – SIMPÓSIO DE CONTROLE DE PESCADO.
Comissão Organizadora do V SIMCOPE:
Instituto de Pesca – Santos
Datas Importantes:
16/01/2012 a 02/04/2012 – Inscrições com Desconto
16/01/2012 a 10/05/20112- Submissão de Trabalhos
19 a 21/06/2012 – V SIMCOPE
Mais informações e inscrições on-line: www.simcope.com.br
2
abr
Postado por admin on abril 2nd, 2012
23 de Abril às 14:00 até 27 de Abril às 19:00
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
APRESENTAÇÃO:
O Grupo de Estudos em Antropologia e Arqueologia (Geaarq) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) convida a todos os interessados para a I Semana de Antropologia e Arqueologia da UFMG. Este evento, seguindo a linha que a UFMG vem percorrendo, tanto na graduação quanto na pós-graduação, no que se refere à formação em Antropologia e em Arqueologia, servirá como um espaço de atuação, discussão e reflexão sobre o diálogo entre estas duas áreas do conhecimento, além de um lugar privilegiado para a troca de experiências acadêmicas e profissionais entre estudantes, professores e pesquisadores diversos. O eixo temático geral deste evento será sobre “Patrimônios Culturais”.
PROGRAMA:
23 de abril, segunda-feira:
14:00 – Auditório Professora Sônia Viegas (FAFICH/UFMG)
Um Diálogo Sobre Os Diálogos Entre Antropologia E Arqueologia
Carlos Magno Guimarães (UFMG) & Ruben Caixeta De Queiroz (UFMG)
17:00 – Auditório Professora Sônia Viegas (FAFICH/UFMG)
Patrimônios Subaquáticos E Navais
Bruno Sanches Ranzani Da Silva (UFPEL)
24 de abril, terça-feira:
14:00 – Auditório Professora Sônia Viegas (FAFICH/UFMG)
Patrimônios Arqueológicos Em Perspectiva: Prevenção, Proteção E Produção De Conhecimento
Alexandre Henrique Delforge (IPHAN), Tiago Moreira Alves (BRANDT), Roberto Pontes Stanchi (IPHAN) & Maria Jacqueline Rodet (UFMG)
25 de abril, quarta-feira:
14:00 – Auditório Professora Sônia Viegas (FAFICH/UFMG)
Patrimônios, Cidades, Urbanidades: Culturas, Histórias E Políticas
Michele Abreu Arroyo (PBH), Diogo Menezes Costa (UFMG) & Ana Lúcia Modesto (UFMG)
26 de abril, quinta-feira:
14:00 – Auditório Professora Sônia Viegas (FAFICH/UFMG)
Tradicionalidades, Territorialidades, Imaterialidades: Patrimônios E Estado Nacional
Corina Maria Rodrigues Moreira (IPHAN), Carlos Eduardo Marques (UNICAMP) & Andréa Luisa Moukhaiber Zhouri (UFMG)
17:00 – Auditório Professor Luiz Bicalho (FAFICH/UFMG)
Patrimônios Pré-históricos E Indígenas
Andrei Isnardis Horta (UFMG) & Deborah De Magalhães Lima (UFMG)
27 de abril, sexta-feira:
14:00 – Auditório Professora Sônia Viegas (FAFICH/UFMG)
Alguns Desafios Dos Cursos De Graduação Em Antropologia E Arqueologia
Andrés Zarankin (UFMG) & Rogério Duarte Do Pateo (UFMG)
Enviado por: Sarah Schimidt
Discente Bacharelado de Antropologia UFPel.
28
mar
Postado por admin on março 28th, 2012
Data: 10 a 13/04/2012
Local: Auditório da FAE – UFPel: Rua Alberto Rosa, 154 – Porto, Pelotas.
Veja programação em anexo e compareça!
- COMUNICAÇÕES:
O resumo deverá ser apresentado com o mínimo de duas (02) páginas e com o máximo de três (03) páginas;
Digitado em “Word for Windows”, formato Arial, corpo 12, espaçamento entre linhas: 1,5;
Prazo para envio: quarta-feira, 04/04/2012;
Envio para o e-mail: caant@ymail.com.
Att.
CAANT – Centro Acadêmico da Antropologia
Instituto de Ciências Humanas – ICH
Universidade Federal de Pelotas – UFPel
Gestão 2011/2012
18
mar
Postado por admin on março 18th, 2012
Estão abertas as inscrições para o grupo de estudos que iniciará dia 02/04, com a temática “A pós-abolição como problemática acadêmica”.
É uma atividade planejada e operacionalizada pelo Núcleo de Estudos Afroamericanos, vinculado ao Departamento de Antropologia e Arqueologia do ICH. O objetivo do Grupo é proporcionar um espaço qualificado sobre a temática à comunidade acadêmica e local.
Segue o cartaz em anexo.
Att.
Rosane A. Rubert
Profa. Departamento de Antropologia e Arqueologia
Instituto de Ciências Humanas – UFPel